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A revolução do “Plain English”

A tendência de usar muitas palavras para expressar ideias, sentimentos ou discursos é uma característica dos brasileiros. Embora, essa construção linguística esteja se transformando e modernizando com a chegada da era digital.

As redes sociais induzem o desenvolvimento sucinto da comunicação, em que as ideias são exibidas de maneira clara e de fácil entendimento; pelo menos é o que se espera. Esse novo formato comunicacional vem sendo muito estudado por empresas em todo o mundo, para empregar o idioma universal desta forma também.

O Plain English foi desenvolvido para facilitar e simplificar a língua inglesa, ou seja, agora, o menos é mais. Esse novo formato permite que pessoas, mesmo que não tenham o inglês como primeira língua, compreendam as mensagens, que vem sem jargões, acrônimos e estruturas robustas.

Rosangela Souza, fundadora da Companhia de Idiomas, conta em entrevista à revista Exame alguns exemplos do Plain English no cotidiano, e a Movie Mouth acredita que elas podem fazer toda a diferença:
Você pode usar a expressão “blue-sky thinking”, para falar sobre ideias que não estão limitadas por crenças. Mas se público for multicultural ou se você não fizer questão de demonstrar seu vasto vocabulário, os princípios do “Plain English” aconselham o emprego de frases explicitas, sem expressões pouco conhecidas. Apenas diga aquilo que quer dizer com as palavras exatas.

A dificuldade é trazer esse conceito para o mundo corporativo, pois inúmeras expressões específicas de algumas áreas são usadas. Contudo, algumas empresas já elaboraram materiais que universalizam a sua comunicação. Por exemplo, a criação de guias para ajudar os funcionários a se expressarem de forma com que todos compreendam.

Algumas dicas presentes nesse guia são:

– Use uma linguagem simples, lembre-se que você está falando com um estrangeiro cuja primeira língua não é o inglês;
– Use frases curtas, de aproximadamente 20 palavras;
– Evite jargões e expressões idiomáticas;
– Sempre que possível, escolha palavras curtas;
– Apresente sempre a informação chave antes dos detalhes;
– Use voz ativa ao invés de voz passiva (“We’ll do it” ao invés de “It will be done”)
– Se tiver de usar acrônimos ou abreviações, coloque a definição na primeira vez que mencioná-los no texto. Ex: I.P.O. (Initial Public Offering).
Desta forma, é possível identificar que a simplificação no diálogo pode levar a compreensão global de um idioma. Mas é preciso estar sempre praticando, acessando na essência as diversas construções linguísticas. No caso do inglês, gírias e acrônimos aparecem frequentemente na fala, seja no cotidiano ou em situações profissionais. Uma boa dica é praticar com filmes de cinema e séries de TV, em que essas expressões são bem exploradas e o estudo é divertido. A Movie Mouth é uma ferramenta inteligente que acelera a aprendizagem do idioma inglês, usando filmes e séries para desenvolver as habilidades de fala e escrita em qualquer nível de compreensão. A ferramenta é uma inovação que pode transformar a forma de aprender.

Assim, o emprego do Plain English pode revolucionar a comunicação corporativa. O inglês pode ser ainda mais universal do que é hoje, pois todos poderão compreender a essência do idioma. Mas lembre-se de nunca parar de estudar, pois, apesar de existirem facilitadores, o nosso foco é o domínio, desenvolvimento e aperfeiçoamento.

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